Goiás, 4 de fevereiro de 2026
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Polícia prende casal em Anápolis vendendo “maconha do Bolsonaro”

Entorpecentes com imagens do ex-presidente e paródias são apreendidos; suspeitos foram autuados por tráfico e associação.

Divulgação

Em Anápolis, um casal foi preso nesta quarta-feira (3) suspeito de tráfico de drogas, com apreensão de R$ 100 mil em maconha e skunk, conhecida como “supermaconha” por sua potência elevada. A operação resultou da investigação iniciada após a detenção do irmão de um dos suspeitos, confirmando que a família continuava a vender drogas.

Os entorpecentes chamaram atenção por suas embalagens: algumas exibiam o ex-presidente Jair Bolsonaro usando tornozeleira eletrônica, com frases satíricas que originaram o apelido “maconha do Bolsonaro”. Outras traziam imagens de macacos com a frase “mono muito louco”. O casal foi autuado por tráfico e associação para o tráfico e segue à disposição da Justiça.

A supermaconha, ou skunk, é produzida em laboratório e possui efeitos até sete vezes mais intensos que a maconha comum, aumentando o risco de dependência e danos neurológicos. As investigações continuam para identificar outros envolvidos na venda ilegal.

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