Diversidade
Por que o ghosting dói mais que ser dispensado: cérebro continua buscando respostas
A ausência de fechamento em relacionamentos ativa regiões cerebrais ligadas à dor física e aumenta ansiedade emocional.
Gemini
O ghosting, comportamento em que uma pessoa some de repente sem dar explicações, provoca sofrimento emocional intenso, considerado mais doloroso que ser dispensado, segundo especialistas em comportamento e estudos recentes. A falta de encerramento mantém o cérebro em busca de respostas, dificultando a superação e aumentando a ansiedade.
Pesquisas revelam que a ausência de fechamento ativa áreas cerebrais relacionadas à dor física, rejeição e luto. Diferente da rejeição direta, que proporciona algum fechamento, o ghosting gera confusão, culpa e ruminação constante, prolongando o sofrimento.
Estudos em neurociência indicam que o cérebro reage como se a pessoa estivesse vivenciando uma perda real. Psicólogos alertam que a melhor forma de lidar com esse tipo de rejeição é cultivar autocuidado, buscar apoio emocional e redirecionar a energia para atividades que promovam bem-estar.


































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