Diversidade
Estudo aponta tempo médio do sexo e quebra mitos
Pesquisas indicam que duração considerada ideal é menor do que o imaginado
Foto: Freepik
A ideia de que o sexo precisa ser prolongado para ser satisfatório não encontra respaldo em estudos científicos. Levantamentos recentes mostram que a duração média das relações é relativamente curta — e ainda assim atende às expectativas da maioria dos casais.
Uma pesquisa liderada pelo médico Marcel D. Waldinger analisou dados de 500 casais em diferentes países. O estudo utilizou o indicador IELT, que mede o tempo entre a penetração e a ejaculação, chegando a uma média global de 5,4 minutos.
Os resultados também apontam diferenças relacionadas à idade. Jovens entre 18 e 30 anos apresentaram média de 6,5 minutos, enquanto pessoas acima de 51 anos registraram cerca de 4,3 minutos. Aspectos culturais e físicos também podem influenciar esses números.
Outra análise, conduzida por pesquisadores dos Estados Unidos, buscou entender como profissionais da saúde classificam a duração do sexo. Em vez de medir com exatidão, o estudo organizou o tempo em faixas de percepção.
Nesse cenário, relações de 3 a 7 minutos são consideradas adequadas, enquanto aquelas entre 7 e 13 minutos são vistas como ideais. Já durações muito longas podem não ser necessariamente melhores.
Especialistas destacam que não existe um tempo único considerado correto. Relações que variam entre 1 e 15 minutos são consideradas normais, reforçando que a satisfação não depende exclusivamente da duração.
A influência de padrões irreais, muitas vezes difundidos por conteúdos midiáticos, pode gerar insegurança. Por isso, profissionais da área orientam que o foco esteja na qualidade da experiência, na comunicação e na conexão entre o casal.



































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