Diversidade
Retorno às aulas aumenta risco de doenças e exige cuidados com a saúde das crianças
Especialista orienta pais sobre rotina, vacinação e prevenção no ambiente escolar
Divulgação
O início do ano letivo marca o retorno de mais de 47 milhões de estudantes às salas de aula em todo o país, conforme dados do Censo Escolar. Com a retomada da convivência escolar, especialistas chamam atenção para o aumento da circulação de vírus e bactérias, especialmente nos primeiros meses de aula.
O pediatra Dr. Luiz Torres destaca que esse período exige atenção especial das famílias, principalmente na reorganização da rotina das crianças após as férias. Ajustes nos horários de sono, alimentação, atividades diárias e redução do tempo de tela são fundamentais para garantir um retorno mais saudável às atividades escolares.
Imunidade, sono e hábitos saudáveis
Segundo o médico, uma rotina bem estruturada contribui tanto para a saúde quanto para o rendimento escolar. O sono adequado, preferencialmente iniciado até as 21h, com ambiente tranquilo e sem estímulos eletrônicos, é essencial para o descanso físico e mental.
Para fortalecer a imunidade, o especialista recomenda manter a vacinação em dia, alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, exposição solar moderada, além do acompanhamento de doenças crônicas e correção de possíveis deficiências nutricionais.
O Calendário de Vacinação da Sociedade Brasileira de Pediatria reforça a importância da atualização das vacinas antes do retorno às aulas, incluindo reforços contra difteria, tétano, coqueluche, tríplice viral, hepatites, varicela, HPV e a vacina pneumocócica conjugada 20-valente.
Quando manter a criança em casa
O pediatra orienta que crianças com sintomas como febre, tosse, vômitos, diarreia ou lesões de pele devem permanecer em casa. Sinais de gravidade, como falta de ar, prostração, desidratação ou sangramentos, também exigem avaliação médica imediata.


































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