Diversidade
WePink é alvo de ação judicial em Goiás e precisa oferecer atendimento humano aos clientes
Ministério Público e Procon apontam propaganda enganosa, censura e falhas na entrega de produtos da empresa de Virginia Fonseca.
Divulgação
A WePink, empresa da influenciadora Virginia Fonseca, enfrenta ação judicial do Ministério Público e do Procon Goiás devido a alegações de propaganda enganosa, censura e falhas na entrega de produtos. Em decisão liminar, a Justiça determinou que a empresa disponibilize atendimento humano aos consumidores, vedando o uso exclusivo de respostas automatizadas, e proibiu a realização de lives.
O processo aponta que a estratégia de “flash sales” da empresa gerou compras impulsivas, aproveitando a confiança de seguidores na imagem da influenciadora. Em 2025, o site Reclame Aqui registrou cerca de 30 mil reclamações, enquanto o Procon Goiás contabilizou aproximadamente 340 entre 2024 e 2025. O Ministério Público solicita indenização coletiva de R$ 5 milhões.
A liminar, concedida em 10 de outubro na 14ª Vara Cível e Ambiental do Tribunal de Justiça de Goiás, tem caráter provisório e não encerra o processo. A WePink afirmou que os atrasos foram resolvidos e que possui alto índice de resolução de reclamações, mas o caso seguirá em julgamento sobre o mérito.

































Envie seu comentário