Goiás
Mortes no trânsito em Goiás caem mais de 11% em 2025, aponta Detran
Estado mantém estabilidade no número de acidentes, enquanto Goiânia apresenta redução nas ocorrências
Foto: Canva
Goiás registrou queda expressiva no número de mortes provocadas por acidentes de trânsito em 2025. De acordo com levantamento do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), o estado contabilizou 908 vítimas fatais no período, contra 1.021 em 2024, o que representa uma redução de 11,1%.
Apesar da diminuição no número de óbitos, o total de acidentes no estado permaneceu praticamente inalterado. Em 2024, foram registrados 100.977 sinistros, enquanto em 2025 o número foi de 100.917, variação negativa de apenas 0,06%.
Na capital, os dados apontam uma leve melhora. Goiânia somou 36.150 acidentes em 2025, frente aos 36.695 registrados no ano anterior, o que representa uma redução de 1,49% nas ocorrências de trânsito.
Segundo o presidente do Detran-GO, delegado Waldir, os principais fatores associados aos acidentes com vítimas seguem relacionados ao comportamento dos condutores. Entre as causas mais recorrentes estão a velocidade acima do permitido, a ingestão de álcool antes de dirigir, o uso do celular durante a condução e as ultrapassagens em locais proibidos.
O número de pessoas feridas apresentou pequeno crescimento no estado. Em 2024, foram contabilizados 101.967 feridos, enquanto em 2025 o total chegou a 102.405, aumento de 0,43%. Para o Detran, o dado indica a necessidade de intensificar campanhas educativas voltadas à condução segura.
A distribuição dos acidentes segue concentrada majoritariamente em áreas urbanas. Em 2024, 86,9% dos registros ocorreram nas cidades e 13,1% em zonas rurais. Já em 2025, a zona urbana concentrou 86% dos sinistros, enquanto 14% ocorreram fora dos centros urbanos.
Quanto ao perfil das vítimas fatais, os homens continuam sendo a maioria. Em 2024, eles representaram 69% das mortes no trânsito, enquanto as mulheres corresponderam a 31%. Em 2025, os homens responderam por 68,1% dos óbitos, e as mulheres por 31,9%.

































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