Goiás, 4 de fevereiro de 2026
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Prisão de suspeitos de golpe em sites de pousadas de Pirenópolis envolveu movimentação de R$ 13 milhões

Investigação aponta que grupo associado ao PCC aplicava golpes em reservas online e utilizava criptomoedas para transferir valores

Suspeitos de clonarem sites e redes sociais de pousadas em Pirenópolis foram presos nesta semana pela Polícia Civil do Distrito Federal. O grupo, com suposta ligação ao Primeiro Comando da Capital (PCC), movimentou cerca de R$ 13 milhões em dois anos, com arrecadação diária estimada em R$ 20 mil.

A investigação mostrou que os suspeitos se passavam pelos responsáveis pelas pousadas e recebiam pagamentos de clientes que acreditavam estar fazendo reservas legítimas.

A operação, terceira fase da Sem Reservas, envolveu mandados de prisão e busca e apreensão em Goiás, Pará, São Paulo e no DF. Entre os detidos, estão os chamados “tripeiros”, responsáveis por alugar contas de terceiros e transferir valores por casas de câmbio no Paraguai. Parte do dinheiro passou por processos de lavagem, incluindo uso de criptomoedas. A divisão estimada dos recursos era 50% para os autores diretos dos golpes, 30% para os tripeiros e 20% para os “laranjas”.

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