Goiás
Homem para para ajudar jovens, acaba espancado e tem carro incendiado em Nazário
A vítima, de 48 anos, havia parado para ajudar jovens na estrada, mas acabou agredida com uma barra de ferro. Dois envolvidos foram localizados pela polícia.
Uma abordagem motivada pela tentativa de ajudar pessoas na estrada terminou em agressão grave e incêndio criminoso na zona rural de Nazário, na região central de Goiás. Um homem de 48 anos foi atacado por três suspeitos, sofreu ferimentos graves e teve o automóvel destruído pelo fogo.
O episódio começou quando ele e a esposa retornavam de uma festa de rodeio na cidade. Ao avistarem um carro parado no acostamento, o homem desceu para verificar a situação e encontrou dois jovens no veículo. Conforme o relato apresentado à polícia, os ocupantes reagiram com xingamentos. A esposa pediu que ele deixasse o local, e os dois seguiram para casa.
Mais tarde, porém, o homem decidiu voltar à estrada para tirar satisfação. Ele levou uma barra de ferro e, ao chegar, encontrou uma terceira pessoa. A discussão terminou em violência.
Vítima sofreu ferimentos graves
A apuração policial aponta que os três suspeitos atacaram o homem utilizando a barra de ferro. Durante a agressão, ele sofreu uma fratura em uma das pernas, lesões graves na cabeça e nos olhos e foi lançado em uma ribanceira. A vítima chegou a desmaiar.
Após o ataque, os envolvidos foram até Claudinápolis, cidade que fica a cerca de 13 quilômetros de Nazário. No município, compraram um galão de gasolina e retornaram à ação criminosa, incendiando o carro do homem.
O Corpo de Bombeiros prestou socorro à vítima e a encaminhou ao Hospital Municipal de Nazário. A reportagem original informou que não conseguiu atualizar o estado de saúde dele, já que sua identidade não foi divulgada.
Adolescente foi apreendido e outro suspeito está preso
A polícia localizou dois dos três envolvidos. Um adolescente de 15 anos foi apreendido, e outro jovem foi preso. O terceiro suspeito ainda não havia sido encontrado até a última atualização da ocorrência.
As autoridades não divulgaram os nomes dos envolvidos. Por esse motivo, também não foi possível localizar as defesas dos suspeitos até a publicação da reportagem original.


































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