Goiás
Vídeo mostra aluno sendo atacado por colegas em escola de Goiás
Estudante de 12 anos foi cercado e agredido durante intervalo escolar em Barro Alto; polícia apura prática de bullying.
Divulgação
A Polícia Civil investiga um caso de violência envolvendo estudantes dentro de uma escola pública de Barro Alto, no centro de Goiás. Um aluno de 12 anos foi atacado por colegas durante o intervalo das aulas, em um episódio registrado pelas câmeras de segurança da unidade.
As imagens mostram o momento em que o garoto é cercado e recebe golpes na cabeça, costas e abdômen. A gravação também revela que, mesmo com a intervenção de uma coordenadora da escola, um outro estudante se aproxima e chuta a vítima antes do fim da confusão.
O caso ocorreu na tarde do dia 9 de abril. Conforme o delegado Marco Antônio Maia, a principal linha de investigação aponta para bullying escolar. A mãe do estudante procurou a polícia logo após as agressões e registrou a ocorrência.
Durante as oitivas, os adolescentes envolvidos relataram versões diferentes sobre o que aconteceu antes da briga. Ainda assim, segundo a investigação, não foram encontrados indícios de que a vítima tenha iniciado qualquer agressão.
A ocorrência foi atendida inicialmente pela Polícia Militar. Segundo informações repassadas à Polícia Civil, o pai do menino buscou o filho na escola após o episódio. Como ele não apresentava ferimentos graves, não houve necessidade de atendimento hospitalar.
Os autores das agressões, que também têm 12 anos, foram transferidos para outras unidades escolares. A família da vítima tomou a mesma decisão e retirou o estudante da escola onde o caso aconteceu.
O delegado destacou ainda o comportamento dos alunos que assistiam à cena. Segundo ele, chamou atenção a quantidade de estudantes acompanhando as agressões e reagindo de forma descontraída diante da violência.
Os adolescentes investigados podem responder por ato infracional equivalente a lesão corporal leve. Procuradas pela reportagem, a Prefeitura de Barro Alto e a Secretaria Municipal de Educação não responderam até a publicação da matéria.


































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