Diversidade
Endrick quase não entrou em escolinha em Goiás por falta de R$ 20
Ex-treinadora conta que o atacante da Seleção quase não entrou em escolinha por dificuldades financeiras da família.
Divulgação
Muito antes dos gols pela Seleção Brasileira e do reconhecimento nacional, Endrick viveu uma realidade bem diferente em Goiás. O atacante quase não iniciou sua trajetória no futebol porque sua família não tinha condições de pagar uma mensalidade de R$ 20 em uma escolinha esportiva.
A revelação foi feita por Marília Rocha, empresária e ex-treinadora do jogador, que conheceu Endrick ainda aos 4 anos de idade, em Valparaíso de Goiás.
Ela relata que Douglas Sousa, pai do atleta, insistiu para que o filho tivesse uma oportunidade, apesar da pouca idade e das limitações financeiras da família.
Ao observar o desempenho do garoto nos primeiros treinos, Marília afirma ter percebido que havia algo especial em seu comportamento dentro de campo. Segundo ela, Endrick era destemido, competitivo e demonstrava grande energia, mesmo treinando com crianças mais velhas.
A ex-técnica decidiu ajudá-lo, assumindo os custos necessários para que ele permanecesse no esporte.
Com o tempo, a relação ultrapassou o ambiente dos treinos. Marília conta que o jovem passou a conviver com sua família e encontrou apoio em momentos importantes do início da carreira.
Quando percebeu que Endrick precisava de mais visibilidade, ela buscou uma parceria com uma escolinha em Brasília e passou a acompanhá-lo em novos desafios esportivos.
Mesmo diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela família, o jogador seguiu se destacando nas competições e passou a despertar o interesse de clubes brasileiros.
Hoje, Endrick é um dos nomes mais promissores do futebol nacional, mas sua história começou de forma simples, nos campos de Goiás e graças ao apoio de pessoas que acreditaram em seu talento desde cedo.



































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