Diversidade
Mensagens sobre bloqueio de benefícios por falta de biometria são falsas, diz INSS
Instituto alerta para tentativas de fraude, explica quem precisa do registro e orienta segurados a consultar os canais oficiais.
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O INSS desmentiu informações que circulam na internet sobre a necessidade de realizar um cadastro biométrico para impedir o bloqueio de benefícios previdenciários. De acordo com o instituto, as mensagens são falsas e podem ser usadas por criminosos para conseguir dados pessoais dos segurados.
A regra do registro biométrico se aplica a novos requerimentos apresentados desde 21 de novembro de 2025. Quem já recebe um benefício não precisa ir a uma agência do INSS para fazer esse cadastro.
A identificação biométrica é vinculada a registros oficiais do governo e pode ser realizada durante a emissão de documentos públicos, como a Carteira de Identidade Nacional, a CNH e o título de eleitor.
Como evitar golpes envolvendo o INSS
O instituto alerta que criminosos podem usar a falsa exigência de biometria para induzir vítimas a fornecer informações pessoais. O órgão não envia servidores às casas dos cidadãos para fazer a comprovação de vida e não pede senhas, dados bancários ou transferências financeiras.
A recomendação é desconfiar de mensagens que anunciem bloqueios e não acessar links desconhecidos. Páginas fraudulentas podem ser utilizadas para capturar dados e facilitar outras práticas criminosas.
Quais casos têm dispensa da exigência
A obrigatoriedade não se aplica a todos os novos pedidos. Entre as exceções informadas estão pessoas com mais de 80 anos, migrantes, refugiados, apátridas e cidadãos que, por motivo de saúde, estejam impossibilitados de se deslocar por período superior a 30 dias.
Também não precisam cumprir essa exigência os requerimentos de salário-maternidade, benefícios por incapacidade e pensão por morte.
Para verificar informações sobre pagamentos ou esclarecer dúvidas, os segurados podem acessar o Meu INSS ou ligar para o número 135. O instituto recomenda buscar os canais oficiais antes de fornecer qualquer dado pessoal.

































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